"É impossível viver só... Sorrindo"

domingo, 10 de outubro de 2010

A regra 3


A traição é, ao mesmo tempo, uma das grandes tentações e um dos maiores medos da humanidade. A libido da gente, quando saudável e acesa, está sempre enxeergando possibilidades de prazer dentro e fora do relacionamento- afinal, nossas glândulas sexuais não fazem a menor idéia do que seja o relacionamento. É difícil passar uma semana sem que você cruze alguém interessante , que chame a atenção, que dá uma certa coceirinha na alma. Se acontece assim com você, podeter certeza que ocorre o mesmo com seu homem.


Quando você reprime esses desejos, que a levariam a pular a cerca, em nome da fidelidade ao seu parceiro, o pavor de ser traída aumenta ainda mais. Afinal, se você está investindo numa relação monogâmica, se você está se entregando de corpo e alma a alguém , não há nada mais apavorante do que a idéia de que essa exclusividade e essa abnegação possam não estar sendo correspondida. E o pânico se instala quando você pensa que o trato pode estar sendo rompido, às escondidas, à sua revelia, sem aviso prévio- neste exato momento enquanto você lê esse texto.


A traição suscita várias sensações: primeiro, o sabor amargo de ser preterida, de seu parceiro ter usado aquele tempo, aquela energia e aqueles beijos quentes com outra pessoa. Será que ele se dedicou mais, foi mais atencioso, foi um melhor amante com a outra? Por que foi dar prazer, sentir prazer, trocar fluidos corporais com outra pessoa? É duro encarar o fato de que o sujeito abriu a intimidade dele- e de certo modo, a sua também- a uma estranha. Dói saber que ele se divertiu, gozou, extravasou seu tesão com outra.


O sentimento de rejeição causado pela traição leva a perguntas duras e nem sempre equilibradas: o que eu deveria ter feito e não fiz? O que eu não deveria ter feito que o afastou? Porque ele procurou fora o que poderia obter comigo? O que faltou para ele? O que faltou em mim?


Raras são as mulheres que se dão ao respeito e dizem: "Se ele não dá valor ao que eu ofereço, se me desrespeita a esse ponto, que vá procurar outras mulheres que o mereçam!". Mas mesmo essas mulheres voluntariosas sofrem profundamente. Não dá para ser diferente.


A traição traz outra sensação péssima: você se sente uma boba, a última a saber. O pior de ser traída talvez nem seja o fato de ser trocada por outra, mas de ser enganada pela pessoa em quem você confiava.


Muita gente fica quase feliz e agradecida ao constatar que o parceiro desonesto operou sua peraltice de modo discreto, sem que nunguém ficasse sabendo. É como se o fato de o crime ter ficado restrito à esfera privada o tornasse mais perdoável.


Isso me traz à primeira pergunta: em caso de traição, você gostaria de sera primeira a saber ou não prefere ter o conhecimento do caso para não se ferir?


Dito de outro jeito: se seu homem der uma escapada com categoria e elegância, você faz questão ter acesso aos autos do processo ou, o que os olhos não vêem- e os ouvidos não escutam- o coração não sente?

domingo, 15 de agosto de 2010

O tempo errou duas vezes


Descobri uma fórmula para dormir melhor depois de testar variados métodos que iam de técnicas de respiração até a ingestão de Frontal ou Stilnox. Experimentei também, por algumas semanas, um cálice de vinho meia hora antes de colocar o pijama. Sucessivos fracassos. Sono trucado sempre. Até que um dia dormi vendo, por acaso, um episódio de Friends. Resolvido o problema. Episódios de séries americanas já na cama para ter um bom sono. Eu ria alto. Até apagar.

Uma dorminhoca feliz, em seu sono empurrado por gargalhadas. A angústia cruel como um cossaco russo das madrugadas insones desapareceu. Se por acaso acordava no meio da noite, lembrava de uma cena engraçada, e meus olhos outra vez se fechavam enquanto um sorriso doce dominava meu rosto. Primeiro foi Friends, depois The Office. Seinfield também.

Acima de todas as séries vinha Friends. Imaginei que não encontraria nada tão divertido como Friends até que assisti um episódo de Two And A Half Man.

Acabou.

Two And A half Man virou para mim a melhor série de todas. A música da introdução. As aventuras dos dois irmãos e o garotinho que é filho de um deles. A mãe isuportável. A personalidade leve, alegre, inspiradora de Charlie, o irmão bem-sucedido.Criador de jingles. Conquistador sempre, arrogante jamais.

Mas, uma vez, uma história me trouxe mais pesar e suspiros do que riso e sono. Charlie procura as mulheres que tratou mal. Quer dizer. Aquelas com as quais dormiu e depois simplesmente sumiu. Ele tinha razões concretas para isso, mas não importa. Pensei em minha trajetória. Havia alguém que eu gostaria de procura rpara dizer o que não fora dito?

Um verso de uma música me passou pela cabeça: "agimos certo sem querer, foi só o tempo que errou".

O tempo errou duas vezes. Quando nos conhecemos eu estava em um relacionamento, ele solteiro. Quando voltamos a nos encontrar, ele estava casado, eu solteira. "Esperei a vida inteira ouvir que você estava sozinha", ele disse.

Eu tinha guardado tudo o que ele escreveu para mim. Mais de uma vez, em momentos de raiva, eu disse que a única coisa para a qual ele prestava era escrever.

"O destino nos deu uma segunda chance", ele disse. Eu contei a ele que fui numa cartomante, e dela ouvi que reencontraria alguém do passado para uma jornada eletrizante rumo ao futuro.

Nos beijamos como nos dias de glória no amor. Fizemos planos. Ele também se separaria. Combinamos de nos encontrarmos no dia seguinte. Mas alguma coisa me deteve. A caminho do encontro meu carro se desviou sozinho. Medo de destruir, com a realidade áspera, o maior sonho de amor que já vivi. Fugi dele. Ele ainda ligou algumas vezes, eu jamais respondi. Que dizer? Eu jamais encontraria as palavras certas, então me refugiava no silêncio.

Ao ver o episódio de Two And A Half Man em que Charlie busca as mulheres para as quais falhou, me lembrei dele.

Iria procurá-lo para dizer alguma coisa que explicasse meu comportamento ?

Não.

Mas queria, como queria, que ele soubesse que foi a maior paixão da minha vida. E que se sumi foi por excesso e não falta de amor.

"A vida continua e se entregar é uma bobagem".

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Todo homem é folgado


O que leva um homem a se afastar dos filhos após uma separação? Por que eles acham que, depis do divórcio, podem ser irresponsáveis e agir como se fossem solteiros de novo?

É uma história comum. Numa separação os filhos ficam com a mulher. O sujeito não reclama. Vai no vácuo do desejo dela, que jamais admitiria a hipótese de não ficar com os filhos. Aí ele se descobre confortável nessa posição. Vai tirando paulatinamente o pé do acelerador. Vai ficando cada vez mais distante, menos presente, menos relevante. Deixa de participar. Deixa de influir, de opinar.

Vira visita. Uma visita rara e nem sempre desejada. Vira um estranho. Um forasteiro no seio daquilo que um dia foi sua família. Ele deixa de ser pai.

Às vezes nem é preciso haver divórcio para que esse afastamento aconteça. O pai está em casa, mas é como se não estivesse.

Paga as contas, senta no sofá, assiste TV, se tranca no banheiro. Os filhos sabem que ele está no quarto, no trabalho, no banheiro. Mas trata-se de uma figura masculina longíqua, inacessível. É como se os filhos pertencessem ao departamento da mãe. Como se o pai, convenientemente, tivesse de respeitar essa organização e, para não adentrar o território da mãe, falasse apenas o necessário com os filhos. E não se envolve emocionalmente com eles.

Nem sempre é assim. Tem muito pai que faz questão de estar presente. Se mora com a família, participa, senta à mesa e puxa conversa pergunta das coisas da escola. Distribui tarefas, faz planos, dá bronca, elogia.

Se não mora mais com a mãe, faz questão de se manter próximo, quer estar inteirado de tudo, participa da educação dos filhos, e às vezes até concorda em aturar o novo namorado da mãe só para oferecer aos filhos um ambiente mais harmonioso.

Mas o fato é que há um número enorme de homens que se desligam dos filhos- principalmente na separação.

E que acha que o divórcio equivale a uma volta à vida de solteiro, sem compromissos.

Tem cara, por exemplo, que decide mudar de carreira exatamente nesse momento. Uma coisa que as mães jamais fariam, por mais que detestem seu emprego atual, porque sabem que elas não podem faltar na hora de colocar comida dentro de casa. Os homens se dão esse luxo com mais facilidade. Muitos porque sabem que, em última instância, podem contar com elas.

As mulheres, ao contrário, não o fazem precisamente porque sabem que, não poderão contar com eles.

É curioso que isso aconteça mesmo quando os filhos são projetos decididos a dois por casais modernos. Porque será que existe essa diferenciação entre homens e mulheres no que toca à sensação de obrigação e de responsabilidade sobre o sustento dos e o bem-estar dos pimpolhos?

Como um pai que não paga pensão, não contribui com a escola e a comida dos filhos, pode tomar uma cerveja, ou comprar um sapato novo, ou levar a nova namorada para o motel é coisa que não consigo entender.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Alpinismo Amoroso


Curioso que o amor tenha chegado quando eu estava distraída e bem casada com a Solidão. Sutilmente ele foi me envolvendo, primeiro só aos sábados, depois aos domingo de manhã e, quando dei por mim, numa quarta à noite, ele já tinha escorraçado a adorável e silenciosa Solidão da minha vida.

Mesmo porque sou absolutamente contra ser absolutamente feliz. Gosto da vida como ela é, oscilante como uma montanha-russa, alternando esperança, melancolia, decepção, euforia, frustração, alegria, medo, triunfo, fracasso.

Existem alguns vínculos essenciais para que nosso amor crie asas e se transforme numa nave espacial de dar inveja aos mais competentes técnicos da Nasa. O principal deles é que estamos plugados no Senso-de-Humor-220-Volts. E ele é o nosso cãozinho de que levamos para passear todos os dias. Na verdade queríamos adotar um tamanduá, mas fomos ameaçados por uma dessas ONGs que têm por objetivo não permitir qua casais apaixonados domestiquem esse singular mamífero viciado em formigas.

Portanto, estamos conformados e felizes com nosso cãozinho e procuramos, sempre que possível, adicionar à sua dieta uma boa quantidade de formigas na esperança de que um dia ele se transforme num tamanduá.

Resumindo: está tudo bem conosco. Com os outros, nem tanto. Explico: o nosso problema, segundo os outros, está na "diferença de idade". Ele é mais novo do que eu. Digamos que ele nasceu ontem e eu anteontem e que, portanto, sou um dia mais velha do que ele. Eis algo que a fracassada, obsoleta e patética cartilha oficial do amor que normatiza o mais caro, desconhecido, cobiçado e nobre dos sentimentos humanos recrimina com vigor em seu artigo 5, segundo parágrafo, alínea C.

Acho que eu sempre posso trocá-lo por um homem mais novo. E que ele também pode me trocar por uma mulher mais velha. E que depois essa mulher mais velha poderia conhecer esse cara mais novo e os dois vierem a se casar. E eu ser a madrinha. Inútil.

A instalação do nosso delicioso Parque de Diversões, como costumo definir o amor, vem provocando uma onda de perplexidade, indignação e constrangimento em algumas mulheres à beira de um ataque de nervos.

Em geral, nós pensamos que o objeto de "amor" de um homem é tão somente um pedaço de carne rija e fresca durante um fim de semana ou, vá lá, um mês.

Mais do que isso, é sinal de pouca inteligência e nenhuma noção do que é o amor. O que não é o meu caso.

Os homens vêem nessas relações sinais de devassidão e depravação sexual. Devem, em suas mentes impregnadas de erotismo vulgar, imaginar que a cama de uma mulher é palco de cenas dignas de Sodoma e Gomorra.

E, pensando bem, eles têm razão. Nossa cama, é realmente uma loucura orgástica, cósmica, onde nos dedicamos com afinco ao alpinismo e à quebra de recordes de altitude.

Já temos o nosso parque de diversões devidamente instalado. É um grande passo para nos mudarmos para o zôo municipal.

Mas ainda temos muito tempo para decidir. Se vamos ou não. Se é ou não é. Se passou ou se ainda virá. Só sei que temos todo tempo. O que já é alguma coisa.

Valei-me Hannick Honoré!!!

terça-feira, 15 de junho de 2010

A escolha




Hoje passei diante de um parque de diversões. Como não tenho mais "idade" para brincar, achei melhor observar as pessoas. Fiquei muito tempo parada diante da montanha-russa.


E via que a maioria das pessoas entrava ali em busca de emoção, mas quando começavam a andar, morriam de medo e pediam para que acabasse logo.


O que elas querem? Se escolheram a aventura , não deviam estar preparadas para ir até o final? Ou acham que seria mais inteligente não passar por estes sobe-e-desce, e ficar o tempo todo em um carrossel, girando no mesmo lugar?


No momento estou sozinha demais para pensar em amor, mas preciso me convencer de que isso vai passar, e estou aqui porque escolhi este destino. A montanha-russa é minha vida, a vida é um jogo forte e alucinante, a vida é lançar-se de pára-quedas, é arriscar-se, é alpinismo, é querer subir ao topo de si mesmo, e ficar insatisfeita quando não se consegue.


A partir de hoje quando estiver deprimida vou me lembrar daquele parque de diversões. Se eu tivesse dormido e acordado de repente em uma montanha-russa, o que iria sentir?


bom, acho que a primeira sensação é a de estar prisioneira, ficar apavorada com as curvas, querer vomitar e sair dali.


Entretanto, se confiar que os trilhos são o meu destino, que Deus está governando a máquina, este pesadelo se transforma em excitação.


E ela passa a ser exatamente o que é, uma montanha-russa, um brinquedo seguro e confiável, que vai chegar ao final, mas que, enquanto a viagem dura, me obriga a olhar a paisagem ao redor, gritar de excitação.


Mas mesmo sendo capaz de escrever cosas que julgo muito sábias, eu não consigo seguir meus próprios conselhos; os momentos de depressão tornam-se cada vez mais frequentes, e meu telefone continua sem tocar.


Todos estes meses de autocontrole, de recusado amor, resultaram exatamente no oposto: deixe-me levar pela primeira pessoa que me deu atenção diferente.


Ainda bem que não sei mais seu telefone, assim posso perdê-lo sem me culpar por ter perdido a oportunidade.


E se fosse o caso, mesmo que já o tenha perdido, eu ganhei um dia feliz na minha vida. Considerando o mundo como ele é, um dia feliz é quase um milagre.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

E eu gostava tanto de você


Tinha ficado petrificada de medo ao vê-lo caminhando em minha direção, tinha pavor de que soubesse o quanto o amava, o quanto eu esperava por ele, como sonhava em pegar sua mão, ir além. E seguir a estrada até o final.

Esse dia finalmente chegou. Fiz de tudo para que ele acontecesse e fosse perfeito. Tão perfeito quanto eu fantasiei que seria. E foi mágico.

A partir daí não consegui mais me concentrar em nada.

Comecei a imaginar as muitas perguntas que lhe faria. Até encontrar a maneira certa de começar uma história que não terminasse jamais. E logo voltei a sonhar com a próxima vez...

Mas não houve uma próxima vez.

Embora continuássemos a conversar muito, depois nem tanto. Até que as conversas foram ficando cada vez mais raras.

Algumas vezes me sentia à frente de tudo. Mas na maioria das vezes ficava lá atrás para poder contemplá-lo com ternura. Ele nunca mais foi o mesmo, e eu tive que me contentar a amar e sofrer silenciosamente.

Reclamei com Deus, mas terminei me acostumando com a falta de respostas. Entretanto, não conseguia me acostumar com a ausência dele, e não parava de recriminar a mim mesma pela atitude estúpida de sair correndo daquilo que mais desejava.

Tentei procurá-lo. Ah, como eu tentei! Talvez da maneira mais errada possível.

Mas não adiantou.

Nesse momento, aprendi que certas coisas se perdem para sempre. Aprendi também que havia um lugar chamado "longe", que o mundo era vasto, mas minha alma era pequena, e as pessoas mais interessantes terminavam indo embora.

Mas como ninguém pode viver de vontades impossíveis, logo entendi que precisava prestar mais atenção ao que se passa a minha volta.

Também notei que, assim como aconteceu com ele, o amor estava mais associado à ausência que à presença da pessoa: vivia sentindo falta dele, passava horas imaginando o que ele estava fazendo, sobre o que íamos conversar, e relembrava cada segundo que estivemos juntos, procurando descobrir o que tinha feito de certo e errado.

Gosto de me ver como uma mulher experiente, que já deixou uma grande paixão escapar e sabe a dor que isto causa.

Hoje, porém, deixei que meu mundo desabasse, chorei a noite inteira e concluí que o amor não foi feito para mim, nem eu para ele.

Depois de todo esse tempo, terminei concluindo que os homens apenas trazem dor, frustração, sofrimento e a sensação de que os dias se arrastam...

"Destrua-me, encontre-me, possua-me... seja meu sol. Somente a noite pode salvar o que nós perdemos antes de começar"

domingo, 9 de maio de 2010

Eis a questão


A paixão existe, para o bem e para o mal, e quando acontece não tem como evitar. O trágico é quando confundimos uma paixão com um dos 300 entusiasmos que temos na vida. Eu disse 300? Digamos 500 para as mais arrebatadas. Porque AS mais e não OS mais? Fácil,. Porque as mulheres se apaixonam muito mais que os homens. Toda as histórias a respeito de amores mal resolvidos, traições, sofrimentos, que eu já ouvi na minha vida foram contadas por mulheres.

Voltando: porque as mulheres se apaixonam tanto?

Um olhar mais demorado, um telefonema na hora certa, um abraço, e lá estão elas, desvairadas, prontas para qualquer loucura- quando eles permitem, claro- Homens odeiam responsabilidade e, quando são pressionados, se saem com a frase clássica: " Mas eu nunca te prometi nada".

Prometeu sim, só não disse as palavras. Antes de conseguirem o que mais querem- e todo mundo sabe o quê- eles fazem de tudo. Eles dizem, olho no olho, que nunca sentiram nada parecido por mulher nenhuma, e elas- nós, aliás- acreditam em tudo. Mesmo assim , costumamos pedir que jurem, o que eles fazem com a maior facilidade.

Como, em momento de tal gravidade, alguém seria capaz de mentir? Se um homem quiser ter uma escrava a seus pés, basta mandar um email no dia seguinte.

Só que ultimamente os homens têm verdadeiro pavor de ter uma mulher a seus pés. É dura a vida. Por mais que os tempos tenham mudado, nosso objetivo supremo é ser feliz no amor. Por maiores que sejam suas glórias pessoais se for preciso escolher entre um príncipe e o resto do mundo, ainda hesitamos. A culpa é dos filmes que terminam sempre com a frase:" E foram felizes para sempre".

O coração dos homens bate diferente , e é ilusão pensar que isso vai mudar. As mulheres lutaram para se emancipar e conquistar seus direitos, mas continuam sonhando com o amor; os homens já eram emancipados, com todos os direitos, e não querem ouvir falar de amor.

Aí fica difícil.

Tradutor